Nossos otorrinolaringologistas são não apenas qualificados, mas também extremamente pacientes e empáticos. A Dra. Renata Christofe Garrafa é a nossa
otorrino pediatra
com experiência tanto com as doenças comuns da infância que afetam ouvidos, nariz e garganta quanto com condições mais complexas.A Dra. Renata Garrafa tem por padrão uma comunicação clara e lúdica nas suas consultas particulares, garantindo que os jovens pacientes se sintam confortáveis e compreendidos. Valoriza a participação ativa dos pais e cuidadores, assegurando que todas as informações sejam compartilhadas e que as dúvidas sejam respondidas com atenção e cuidado.
A otorrino pediatra fez a sua residência de Otorrino Geral na Universidade de São Paulo (USP). Logo no início da sua residência, as primeiras doenças tratadas são justamente as doenças da população pediátrica, como: ronco, apneia, rinite e perda de audição em crianças. Isso, foi o ponto de gatilho para se apaixonar pela área. Percebeu que quando se faz um tratamento de qualidade, especializado e iniciava-se o tratamento o mais rápido possível, promovia a saúde e um desenvolvimento muito grande para essas crianças. Ao finalizar a residência, fez a especialização em Otorrino Pediatria também na USP.
“Algo que eu gosto de exercer atualmente, é olhar para a criança como um todo”, reforçou a Dra. Renata.
Passo a passo da consulta para seu filho(a) 1. Agendamento
Os pais ou cuidadores podem agendar a consulta com a Dra. Renata Garrafa por telefone, e-mail ou WhatsApp. Nós oferecemos flexibilidade de horários para se ajustar à rotina escolar e atividades extracurriculares. Acolhemos os pequenos pacientes através do atendimento particular.
2. Recepção
Ao chegarem à Clínica Garrafa, nossos pequenos pacientes e suas famílias são recebidos com muito carinho. Criamos um ambiente acolhedor desde o primeiro momento, com uma área que inclui jogos e livros infantis para que se sintam em casa.
3. Ambiente
Enquanto espera pela sua consulta como a
otorrino para crianças
ou exame com a fonoaudióloga, encontrará materiais informativos e entretenimento. Todo o espaço é climatizado e projetado para garantir seu conforto. Sabemos que uma atmosfera amigável e divertida contribui para uma experiência positiva.4. Consulta
A
consulta com otorrino para crianças
inicia com uma conversa amigável, focando em estabelecer uma ligação com a criança e entender as preocupações dos pais. A empatia e a paciência da otorrino pediatra Renata Garrafa é a base do atendimento pediátrico, garantindo que os pais se sintam ouvidos e valorizados.
Os resultados da avaliação e possíveis exames, são explicados de maneira didática. Os questionamentos são incentivados até que todas as inquietações dos pais e cuidadores sejam abordadas.
Quando levar meu filho(a) ao otorrino pediatra? As principais condições dizem respeito a quadros recorrentes de otites, amigdalites, rinossinusites, rinites e respiração oral. Conheça mais detalhes das condições nas quais a consulta com otorrino para crianças é necessária:
Dificuldade em desenvolver a fala e a dicção: Em geral, as primeiras palavras começam a ser faladas a partir dos 12 meses. Aos 2 anos, a criança fala frases curtas e, aos 3 anos, a fala deve ser inteligível. Os pais devem monitorar se há algum atraso na fala ou dicção da criança, recorrendo ao especialista caso haja uma demora anormal no desenvolvimento da comunicação.
Dificuldade de aprendizado na fase escolar: Na idade escolar, problemas auditivos e transtornos no processamento auditivo central podem levar à criança a ter maior dificuldade de aprendizado e concentração, sendo necessária uma intervenção médica especializada. Dificuldades relatadas pela professora ou até mesmo identificados durante o acompanhamento das atividades escolares devem ser investigadas com mais atenção, de preferência, com acompanhamento médico.
Ronco, apneia e sono agitado: Ronco alto e recorrente, acompanhado de apneias ou sono agitado devem deixar os pais atentos para um possível problema no nariz ou garganta. Um especialista deve ser consultado para avaliar a presença de distúrbios das vias aéreas superiores.
Respiração oral: A respiração pela boca com frequência não deve ser considerada natural, já que ao passar pelo nariz, o ar é filtrado e aquecido. Respirar pela boca pode decorrer de obstrução no nariz, flacidez na musculatura orofacial ou mesmo de um hábito ruim que deve ser corrigido. A continuidade desse tipo de respiração pode levar a alterações no crescimento facial e também ao desenvolvimento de problemas odontológicos.
AGENDE
(11) 5082-5082
(11) 96080-2051 Segunda à Sexta-feira das 08 às 19 horas Sábado das 09 às 12 horas
(11) 96080-2051 Segunda à Sexta-feira das 08 às 19 horas Sábado das 09 às 12 horas
Como Otorrino Pediatra, as 5 principais doenças que aparecem no consultório da Clínica Garrafa, são:
1. Crianças que não respiram bem: aquelas crianças que roncam, apresentam apneia a noite ou durante o dia estão frequentemente de boca aberta.
2. Rinites alérgicas: crianças que espirram, têm muita coceira no nariz e nos olhos, coriza e nariz entupido.
3. Crianças que não escutam bem: ou pelo menos que os pais questionam se não escutam bem. Porque demoram para responder quando chamam, porque pedem para repetir aquilo que é falado ou escutam televisão em um volume muito alto.
4. Alterações na fala: desde crianças pequenas que demoram para falar – aquisição da linguagem está um pouco atrasada -, como aquelas um pouco mais velhas que apresentam troca nos fonemas. Troca o r pelo l, o d pelo t e outras letras.
5. Infecções de repetição: são as otites de repetição, amigdalites de repetição, sinusites de repetição. Aquelas crianças que estão frequentemente fazendo uso de antibióticos.
Verifica-se assim que são diversas as situações que demandam que os pais levem os filhos a um otorrino pediatra para o diagnóstico de possíveis distúrbios ou patologias que afetem o ouvido, nariz ou garganta. Qualquer tipo de doença recorrente nessas áreas demanda uma atenção especializada, pois o tratamento precoce tende a apresentar resultados mais rápidos e eficazes.
Se necessário, agendamos a consulta de retorno com a Dra. Renata Garrafa em horários que se encaixem na rotina da família. Nosso compromisso com o bem-estar das crianças e adolescentes se estende para além da consulta.
Guia de preparação para a primeira consulta A primeira consulta com um otorrinolaringologista é um passo fundamental para entender e tratar as questões de saúde do seu filho, especialmente em casos de infecções de repetição, problemas respiratórios ou dificuldades de sono. Chegar a esta consulta bem-preparado pode fazer toda a diferença, garantindo que o tempo com o especialista seja otimizado e que todas as suas dúvidas sejam esclarecidas.
Parte 1: Antes da Consulta
Uma preparação cuidadosa começa em casa. Reunir e organizar as informações corretas permitirá que o médico tenha um panorama completo da saúde da criança.
1. Histórico médico: Reúna todos os documentos relevantes. Ter um arquivo organizado pode acelerar o diagnóstico.
• Caderneta de Vacinação: Mantenha-a atualizada e leve-a consigo.
• Histórico de Doenças: Anote todas as doenças significativas que a criança já teve, incluindo viroses comuns, alergias, internações e cirurgias prévias.
• Medicamentos: Crie uma lista de TODOS os medicamentos que a criança usou nos últimos 6 a 12 meses. Inclua antibióticos, corticoides, antialérgicos, analgésicos e qualquer outro remédio, com as respectivas doses e duração do tratamento. Isso é crucial para avaliar a resposta a tratamentos anteriores e identificar padrões.
• Exames: Leve cópias de exames de sangue, testes de audição (audiometria), exames de imagem (raio-x, tomografia) e qualquer outro laudo relevante.
2. Sintomas: O otorrino não pode observar o que acontece em casa. Suas anotações são a fonte de informação mais rica para o diagnóstico. Crie um “diário de sintomas” nas semanas que antecedem a consulta.
• O Quê? Descreva o sintoma de forma clara (ex: tosse seca, coriza amarelada, dor de ouvido, ronco alto).
• Quando? Anote a frequência (quantas vezes por dia/semana) e a duração (quantos dias durou o último episódio).
• Como? Detalhe a intensidade (ex: febre de 39°C, dor que impede o sono) e o que parece melhorar ou piorar o sintoma.
• Sono: Esta é uma área crítica. Grave vídeos do seu filho dormindo, especialmente se houver roncos, pausas respiratórias, sono agitado ou respiração pela boca. Um vídeo curto pode fornecer ao médico mais informações do que uma longa descrição.
3. Prepare as perguntas: Não confie na memória. A ansiedade da consulta pode fazer com que você esqueça dúvidas importantes. Escreva tudo.
Exemplos de perguntas a fazer:
• Qual é a causa mais provável para os sintomas do meu filho?
• Quais exames são necessários para confirmar o diagnóstico?
• Quais são as opções de tratamento? (Ex: medicamentos, fisioterapia, cirurgia)
• Quais são os prós e contras de cada opção de tratamento?
• Este problema pode afetar o desenvolvimento do meu filho (audição, fala, crescimento)?
• O que podemos fazer em casa para aliviar os sintomas?
• Quando devemos esperar uma melhora?
• Quais são os sinais de alerta que indicam que devo procurar o médico novamente?
Parte 2: Durante a Consulta
Este é o momento de apresentar suas informações e absorver as orientações.
• Seja direto e organizado: Comece apresentando um resumo do problema principal e, em seguida, entregue seu diário de sintomas e a lista de medicamentos. Isso ajuda o médico a focar nos pontos mais importantes.
• Tire suas dúvidas: Use sua lista de perguntas como um guia. Não tenha receio de perguntar até que a resposta esteja clara para você.
• Anote tudo: Leve um caderno e anote as explicações, o diagnóstico e o plano de tratamento.
• Entenda os próximos passos: Ao final da consulta, certifique-se de que você entendeu claramente o que precisa ser feito: quais exames agendar, como administrar os medicamentos e quando será a próxima consulta de retorno.
Parte 3: Após a Consulta
O cuidado continua em casa. A adesão ao plano terapêutico é essencial para o sucesso do tratamento.
• Revise as anotações: Assim que chegar em casa, revise o que você anotou enquanto a informação ainda está fresca na memória.
• Siga o plano à risca: Administre os medicamentos exatamente como prescrito, nos horários e doses corretas. Cumpra o tratamento até o fim, mesmo que a criança apresente melhora antes.
• Agende os exames e o retorno: Não demore para marcar os exames solicitados e a consulta de acompanhamento. A continuidade é fundamental.
Agende a consulta do seu filho de maneira particular e sinta a diferença de um atendimento que coloca a atenção plena no cuidado pediátrico.